Sonhos mórbidos


08/01/2008


Mensagem da blogueira:Em geral, queria dizer a todos que entreolham este blog que desejo-lhes um feliz ano novo... Fazendo jus a seus sonhos e projetos para este ano, inclusive a mim!

Deixarei então uma poesia e devorem-na como bem entenderam...

 

Meus passos escondidos

Mostram a hostilidade de minha alma

Traseunte como os ventos

Que rosnam sua dolorosa canção de ninar...

 

Pequei em meus anos

Talvez por não te ver passar

Nas sombras que castigam

As noites, que não pretendem chegar...

 

Suspiros de agonia, começo a gritar

embalde um desespero maldito

Prestes a morrer em meu lugar...

Onde perco-me entre as águas turvas deste mar...

 

Escrito por Paula Filth às 07h28 PM
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09/10/2007


 

 

 

 

Meu destino sacrificado

Percorri a estrada do desespero,
procurando uma saída.
Fugi da sua esperança sacrificada
Sepultada no túmulo da salvação

Se tu tivesses um pouco de trevas
Estarias deitado em seus pesadelos?
Tão sóbrio meu amor!
Não, você nunca existiu!

Você me procurou a meia noite?
Estaria morta em sua cova...
Pálida como a lua que ilumina,
meu jardim sombrio, putreficado!

Não morras em vão!
Bata em seu imundo coração!
Sinta esta profunda oração
Castigada, morta e enterrada...




Escrito por Paula Filth às 12h53 PM
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06/08/2007


Hoje minha vida acaba de torna-se uma coisa mais admirável, com resseios do qual nunca havia passado antes. Minha amiga havia pegado o meus onibus e começou a dizer coisas do qual não me interessava, porém não pude fazer nada. Aquela conversa abusada e inquieta me deixava mais cansada. Ela não parava nunca; -- precisava fazer algo! Decidi mudar de assunto, disse que havia mudado o seu jeito de ser, o que antes parecia ser, hoje não era tão encontrável nela, as conversas de antes me motivavam, hoje me deixava negligente, as canções de amor intermináveis como uma aula do meu professor de física. Mas tudo bem, disse a ela que a mudança tornava-a mais brusca, sem mente, parecia uma alucinada por garotos que nunca lhe davam bola, a adolescencia se fazia ver, mas para mim não passava de um pretesto para dizer que era a garota mais linda do mundo-- acho que eles e eu não pensavam assim, era bonita, mas sua elengancia era mais vista quando não precisava dizer para ser notada!

Ela se aborreceu de súbito e me julgou uma mal-educada, disse que sua vida não precisa de comentários, que fazia o que achava certo e todos os outros achavam isso uma parte de sua beleza, invejável!

Nossa, que falta de cérebro, até parece que os outros são a sua vida!

mas foi legal essa discursão, me fez perceber que no mundo da ditadura da imagem, a aparencia valia mais que o conhecimento, do que a sutileza, do que a natureza das coisas, mais importante do que o amor, e mais importante do que a vida. E sem pensar as melhores amigas se tornam as piores inimigas, disputando desde sempre o que de tal modo não irão conseguir, a verdadeira aparencia que irradia no olhar de sua beleza interior, a mais relevante de todas as outras e a única que não se compete, se conquista!

Escrito por Paula Filth às 05h26 PM
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11/07/2007


A dúvida alimenta esperanças

A dúvida maltrata, mas ao mesmo tempo ensina...
Uma pobre fantasia almeja tornar-se a mais bela de todos os espetáculos...
Eu não sei o que você senti, mas seja o que for não me convencerá de toda ilusão presente na troca de olhares que daremos para tentarmos encontrar as próximas palavras; a razão de estarmos tão próximos, unidos por atos que negávamos dar!
Você poderia ter achado sincero tudo que eu disse, mas toda a verdade se esconde no infinito do pensar, do bater de asas de minha imaginação!
Vai acabar...
Tudo isso acabará
Mas enquanto durar, espero que seje por acaso, espero que nos entreguemos ao momento e depois espero que tudo isso acabe como num conto de fadas: " E foram felizes para sempre..."




Escrito por Paula Filth às 04h13 PM
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16/06/2007


Estive por um tempo prestes a sumir desta tragetória chamada vida, só que as vezes a gente se perdi no tempo sem hora, sem tempo...

Minhas angústias são treinadas para serem presas, arrancadas de um transtorno sereno...

Minha linguagem poética dirá quão presa estou em um fúnebre armário perdido...

Estarei por aqui se estiveres também, leitores péssimos em sua arte...

 

Escrito por Paula Filth às 08h27 PM
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A melhor maneira de expressar seus mais profundos sentimentos é exteriorizando-os de vez.

Ontem a noite, percebi que não me cabia ser quem eu pretendia. As dores rosnam na mente

e quando estas atacam a vida fica cada vez mais difícil, a causa disso é a simples questão

dos nuances de um namoro mal resolvido entre pessoas que nem sequer disseram: adeus.

 

Os conceitos são terríveis e nada mais será como um dia todos pensaram que fosse, apenas

deixe-me sozinha, entrar e sair da maldição de se está apaixonada sem paixão...

Eu queria ter lido os recados que me mostraram, mas a sua voz penetrou em minha torturada

mente, eu não quero perdê-lo por um simples caso.

Nossas vagas paradas ao dia, a meia noite da manhã de seu mundo...

Não posso esquecer, e você não esquece nunca, a vida nos mata...

quando o tempo se esvai, você está sempre em mim, me consolando, me apoiando,

me matando, sugando minha dor, distruindo nosso amor!

 

 

Escrito por Paula Filth às 08h35 AM
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15/06/2007


As regras do jogo não entoam, mobilizam... A vida dos amores nunca nascem, sempre morrem... Vivem concretas, minhas almas refulgiadas, desesperadas por um fim

Encontrar um mundo do qual estamos imersos, sem saber que somos partes da integração, é como fugir da vida em seu próprio quarto... Somos frutos duma geração decadente, ignóbil, despresível, gerados da despretensão da alma. Seres criados da ordinária sensação do medo e presos numa cadeia que ameassa, mas que nunca se desprende.

Escrito por Paula Filth às 06h35 PM
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Vaga lembrança

Uma vida desfigurada pelo medo.
Minha ternura encerra
obtem-se despreso
Não me disseram
qual o dia de sua festa...

Nossas lembranças deixar
am saudades
Minuciosas, complexas e rebaixadas
Dizei-me quanto faltaO dia do retorno
Ou alastra, minha vida num suborno

Sentirei, querido, muita dor
da qual tempos antes, nunca passou
Não espere perdão, deixarei compaixão
Não espere a volta
se séculos nunca retornam
 
 

Escrito por Paula Filth às 06h21 PM
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As regras do jogo não entoam, mobilizam... A vida dos amores nunca nascem, sempre morrem... Vivem concretas, minhas almas refulgiadas, desesperadas por um fim

Encontrar um mundo do qual estamos imersos, sem saber que somos partes da integração, é como fugir da vida em seu próprio quarto... Somos frutos duma geração decadente, ignóbil, despresível, gerados da despretensão da alma. Seres criados da ordinária sensação do medo e presos numa cadeia que ameassa, mas que nunca se desprende.

Escrito por Paula Filth às 05h46 PM
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